Quando a gente é criança, quer ganhar o pacote maior para poder rasgar todo aquele monte de papel. Conforme os anos passam, fica mais difícil dar presente pra gente, os tamanhos diminuem e as nossas preocupações aumentam. Acabo de chegar à minha versão 3.3, renovada e (espero que) mais verde. O dia “D” foi super especial, começando o novo ano já com muito amor e saúde. Just perfect!
Mas eu – que chata! – parei para pensar nos resíduos gerados pelos presentes. Gente, adorei cada presente e cada comemoração. Quero tudo!
Minha mãe ensinou a gente a guardar os embrulhos e agora eu entendo por quê. Ela tem uma área mágica no guarda-roupa onde você sempre encontra os apetrechos para o pacote perfeito (caixas, fitas e papéis de presente esticadinhos). Já implantei isso na minha casa também, claro, e com isso o reuso impera ao presentear minhas pessoas queridas. Compro pela internet e tasco um belo papel reaproveitado.
Meu irmão faz aniversário pouco antes de mim e a gente adora se dar “presentes úteis”. Isso significa pagar o almoço, pagar parte da festa ou até uma conta vencida. rs Tudo vale! Super sustentável, não acham? Mas este ano ele ganhou espetos e facas para usar na churrasqueira nova. Embrulhadas até com plástico bolha. Ai que medo! Tomara que ele reutilize ou recicle.
Mas, voltando ao meu aniversário, amei tudo, cada presente e cada segundo do dia. E quero compartilhar aqui dois mimos pra lá de verdes. O primeiro é um tsuru feito de uma página de revista e acompanhado de um pergaminhozinho com desejos de muita felicidade (símbolo deste origami japonês). O segundo é um Bilhete Único (com crédito!), estímulo para deixar o carro em casa e encarar o transporte público paulistano. Claro que os presenteadores já passaram aqui pelo blog, né? Adorei a criatividade e a simplicidade dos dois. Agora preciso retribuir colocando o bilhete único para rodar...